Sistema econômico – Você conhece essa doença?

Pirâmide - Sistema Econômico

Que nossa sociedade está doente não é novidade alguma, o problema é que estamos combatendo os sintomas e não as causas da doença, por pura ignorância.

Você já ouviu falar sobre o esquema pirâmide ou corrente?

E em marketing multinível, esquema Ponzi ou marketing de rede?

Pois bem, nesse tipo de golpe comercial, pessoas são recrutadas progressivamente para entrar na base da pirâmide sustentando financeiramente as pessoas que estão acima, o que consequentemente faz a pirâmide crescer até um ponto em que se torna insustentável. Porém, no período de tempo entre o início da pirâmide e de sua autodestruição, a pessoa que está no topo enriquece consideravelmente, sustentada pelas pessoas dos níveis abaixo que acabam empobrecendo.

No Brasil e em outros países, a prática do esquema de pirâmide é ilegal, a não ser que envolva produtos ou serviços. Certamente é assim, pois a própria economia seria ilegal, já que se enquadra no esquema de pirâmide.

Uma breve história

Em nossa sociedade, o comércio começou com trocas de produtos ou serviços, e mais tarde, estes foram sendo representados por pedras e metais raros, como diamantes, ouro, prata, bronze etc.

Com o passar do tempo, algumas pessoas criaram bancos com o objetivo de guardar as riquezas de outras, lucrando com a cobrança de taxas por esse serviço.

O povo começou a negociar usando os recibos de depósito desses bancos, o que deu origem ao dinheiro de papel, tendo o seu lastro em ouro.

Os banqueiros rapidamente acumularam muito dinheiro de seus depositários, o que despertou ainda mais suas ganâncias. Agora eles podiam emprestar o que não lhes pertencia e ganhar mais cobrando juros, além das taxas.

Os gananciosos foram ainda mais longe, aumentaram suas posses investindo o dinheiro alheio em petróleo, fábricas com obsolescência programada, estagnação tecnológica, multinacionais, terras, guerras, crises e tudo que poderia gerar lucros astronômicos e contínuos, monopolizando e tomando conta de tudo.

O império banqueiro continuou crescendo, mas como todo esquema de pirâmide é insustentável, a economia começou a desmoronar com a Primeira Guerra Mundial, então os bancos abandonaram o padrão-ouro e começaram a imprimir dinheiro sem lastro algum, apenas baseado em dívidas. Porém, todo o ouro do país ficou guardado em seus cofres.

Com tanto poder, governos foram comprados secretamente e os bancos se transformaram em mega bancos ou bancos centrais, que passaram a ter o poder de comandar a economia de uma nação.

A elite banqueira coloca poder, luxo e riqueza acima de qualquer coisa. São poucas as famílias que fazem parte desse império, mas são as responsáveis pelas mortes ou sofrimento de bilhões de pessoas e pela destruição do nosso meio ambiente, através de suas indústrias do “progresso”.

Coincidentemente, a nota de um dólar possui uma imagem de pirâmide, que paralelamente à definição oficial, parece exaltar o topo e quem nele está.

Nível 1 – O topo

Composto por menos de 1% da população mundial, o topo é formado pelos que mandam realmente. São os donos do mundo, faraós criadores da pirâmide:

  1. Banqueiros – donos de bancos centrais, que “regulam” a economia de um país ou vários, e bancos menores, que ganham com dívidas ou taxas de produtos ou serviços;
  2. Oligarcas do petróleo – donos de empresas que extraem, refinam e distribuem petróleo e seus derivados;
  3. Donos de multinacionais – como empresas de comunicação, energia, tratamento de água, carnes, sementes transgênicas, agrotóxicos, remédios, mineração, veículos etc.

Nível 2 – Administradores regionais

O nível 2 é formada por verdadeiros fantoches do nível 1, pois quem não adere à pirâmide, é perseguido pela máfia do nível 1:

  1. Governos, presidentes, reis, rainhas, ditadores e líderes políticos – que fazem as leis ou ditaduras exclusivas para sustentar o topo. Em benefício, ganham riquezas e luxos irrisórios, se comparados com as pessoas que integram o topo;
  2. Mídia – donos de emissoras de TV, rádio, jornais impressos ou internet. Geralmente a maioria deles pertence a uma só pessoa ou grupo. Isso lhe proporciona poder para alienar uma nação e derrubar governos, quesito que o coloca no nível 2 e 3.

Nível 3 – Agentes alienantes

O nível 3 é responsável por distrair o povo do objetivo comum, aniquilando o raciocínio e o potencial crítico de cada um:

  1. Mídia – Idem ao item 2 do nível 2 – Administradores regionais. Desinforma com notícias irrelevantes, parciais ou amedrontadoras. Entretêm o povo com transmissão de esportes, como o futebol, com reality shows, como BBB, com novelas, programas de auditório etc.;
  2. Religião – papas, padres, bispos, missionários, pastores, rabinos e outros líderes religiosos. Grande maioria, dentre as milhares de religiões, destrói o raciocínio lógico de seus fiéis. Se auto intitulam donos da verdade absoluta e amedrontam as pessoas com punições divinas baseadas em textos mitológicos. Algumas extorquem dinheiro de seus fiéis, usando técnicas avançadas de persuasão. O passado da religião está imerso em guerras pela dominação, em nome de seus deuses;
  3. Educação – escolas, colégios, faculdades e universidades. Imposta pelos governos, o principal objetivo da educação é moldar o senso crítico, criatividade e desenvolvimento individual. Segue uma metodologia parecida com a linha de produção de uma fábrica. Padroniza as pessoas desde crianças até se tornarem adultas. Esse é o motivo pelo qual existem preconceitos e discriminações. A mídia também contribui, com sua programação, nesse aspecto.

E você? É um alienado?

Nível 4 – Povo

O nível 4 é a base da pirâmide. Nela estão os escravos que mantém a pirâmide erguida. Escravos, porque são obrigados a fazer o que não gostam para sobreviver na sociedade fiel ao sistema econômico. A base é composta por uma mescla de:

  1. Autoridades – forças armadas (exército, aeronáutica, marinha e polícias). Eles usam a força para executar ordens dadas por líderes políticos. O objetivo é proteger a pirâmide de rebeliões ou de “crimes” contra ela. A segurança da nação ou das pessoas é somente fachada para tentar manter a ordem em um sistema caótico.
  2. Trabalhadores – pessoas que mantêm toda a pirâmide com trabalhos fundamentais ou repetitivos. A pirâmide os obriga a trabalhar em trabalhos que não gostam, pois caso contrário, não teriam acesso à alimentação, água, moradia e todos os bens comuns e necessários à sobrevivência.
  3. Alienados – pessoas desprovidas de pensar. São pessoas que se confortam na frente de seus aparelhos de TVs ou em igrejas e, consequentemente, são guiadas por eles.
    São, também, pessoas que adquirem a falsa necessidade de comprar, de consumir além do normal, para se sentirem melhores que seus vizinhos. São hipnotizadas pela TV, por novelas, esportes, reality shows, programas de auditório, notícias sensacionalistas ou aterrorizadoras e toda programação lixo que tenha o potencial de afastá-los de um objetivo em comum: a nossa sociedade. São também resultados de uma educação padronizadora.
  4. Preconceituosos – são pessoas que aprendem na escola, TV ou igrejas a distinguir  e discriminar outras pessoas por suas aparências, preferências ou ideias. Enquanto brigam por direitos, denominando-se minorias, falta-lhes coesão para conseguir conquistar os direitos humanos para todos através de uma democracia direta.
  5. Conscientes – pessoas que, mesmo com todas as dificuldades, conseguiram desenvolver um senso crítico e aprenderam a não acreditar em qualquer coisa. Esse tipo de pessoa era raro, porém, a cada dia, mais e mais despertam do transe imposto pela pirâmide e ajudam a acordar seus familiares e amigos. Se você leu até aqui, certamente já faz parte desse grupo, pois está buscando mais informações, por não aceitar as incoerentes que são replicadas pelos agentes alienantes.

Diagnóstico

Como pudemos notar, fica evidente o porquê dos regimes não funcionarem. Não importa se é comunismo, socialismo ou capitalismo: se é baseado no dinheiro, há corrupção. Esta é a doença que se alastrou na nossa sociedade, através do dinheiro e de seu controle.

A cura

Para acabar com a doença do sistema econômico e derrubar essa pirâmide, temos que encontrar alternativas para suprir nossas necessidades comuns. Sermos independentes. Tornar cada residência autossuficiente e autossustentável com energia, água, alimentos e comunicação, assim como aconteceu em Guerra dos Cocos. Tecnologia para tudo isso existe há mais de um século e é escondida, através de patentes, pelo topo da pirâmide.

Está surgindo uma nova consciência que vê a terra como um só organismo, e que reconhece que um organismo em guerra, consigo mesmo, está condenado. – Carl Sagan

Privatização é a melhor saída?

Imagine-se vivendo em uma cidade onde todo o dinheiro pago em tributos é investido na solução de problemas e necessidades que todos temos em comum. Uma cidade construída com materiais da mais alta tecnologia e durabilidade, visando extrema eficiência no seu funcionamento, para que não percamos tempo e dinheiro com posteriores manutenções ou trocas. Portanto:

  1. Todas as casas seriam planejadas e construídas gratuitamente. Essas casas gerariam sua própria energia, através de painéis solares nos telhados e janelas; o excedente iria para a linha de energia pública. Possuiriam, também, um sistema de captação de água da chuva, sendo o excedente devolvido ao solo ou a reservatórios.
  2. A cidade contaria com um gerador de energia de última geração ou ainda com uma tecnologia a ser desenvolvida no futuro, oferecendo energia gratuita a todos.
  3. A rede de água e esgoto seria bem planejada e atenderia a todas as moradias gratuitamente.
  4. As redes de comunicação, como internet, telefone e TVs por assinatura seriam gratuitas e todos teriam acesso a elas.
  5. A rede de saúde também seria impecável e gratuita, com um centro de pesquisas e desenvolvimento para o combate de doenças e tratamentos em geral.
  6. Todas as pessoas teriam acesso gratuito a alimentos comuns à necessidade e saúde de todos, seguindo recomendações baseados em estudos de profissionais da área, pois com altos investimentos, há anos, na tecnologia de alimentos, os processos e automatizações seriam melhorados até tornarem-se autônomos.
  7. Os transportes, necessidade comum a todos, seriam gratuitos, seguros e não poluentes. Isto tornaria desvantajoso cada pessoa ter seu próprio veículo, acabando, consequentemente, com o trânsito sobrecarregado, acidentes, custos e manutenções correspondentes.
  8. As vias de transporte seriam construídas corretamente, objetivando durabilidade, eficiência e segurança.

Com todos os habitantes satisfeitos, a criminalidade cairia acentuadamente, pois todas as necessidades básicas seriam sanadas. Fome, sede, stress, ansiedade e doenças seriam quase que totalmente erradicados nesse modelo. Com acesso livre a produtos e serviços essenciais, a tendência é melhorar o convívio social.

Utopia?

Se realmente não existisse a corrupção nos governos, ou seja, se realmente os políticos representassem seus eleitores, trabalhassem para eles e não para as grandes empresas, gradativamente os custos dos produtos e serviços públicos finais tenderiam a zero. E não só chegaríamos a esse cenário, como também iríamos infinitamente além, pois é o objetivo de todo o contribuinte melhorar cada vez mais a sua vida e a de sua família. Esse é o modelo público em funcionamento sem corrupção. Para mais informações leia Democracia Direta.

Mesmo assim você acha utopia o setor público funcionar sem privatizar? Temos como exemplo a Receita Federal e o setor Eleitoral, que funcionam muito bem. Esses setores estão muito mais avançados do que os outros, pois seus resultados são de grande interesse dos políticos e não do povo.

Cenário privatizado

Agora que você pôde imaginar um cenário público, funcionando sem corrupção, vamos compará-lo com o que temos hoje:

  1. As casas são construídas conforme o poder aquisitivo de cada proprietário. Consequentemente muitos não conseguem moradia e os que conseguem têm suas casas construídas com métodos e materiais inseguros e duvidosos.
    Obs.: o conceito difundido sobre a propriedade de um imóvel que as pessoas têm é, na verdade, uma ilusão, já que se o IPTU não for pago, o município pode tomá-lo, ou seja, ninguém é realmente dono de seu imóvel, paga-se apenas um “aluguel” anual por ele.
  2. A cidade contrata uma empresa privada ou mista para fornecer energia às moradias, mas esta não investe, corta custos e aumenta tarifas, pois seu objetivo é lucrar e não investir. Se há algum investimento, ele tende a ser superficial e seus custos “coincidentemente” sempre aumentam na conta de cada morador com o passar do tempo.
  3. No tratamento de água e esgoto acontece o mesmo que no fornecimento de energia. Com o lucro sendo o objetivo principal, a falta de investimentos faz com que as redes de tratamento tendam a piorar, com produtos químicos mais baratos e mais destrutíveis somados à tendência do aumento populacional na referida cidade.
  4. Nas redes de comunicação, a situação é semelhante: a empresa privada faz investimentos superficiais, pois objetiva o lucro. Não é à toa que esse segmento é líder em reclamações de clientes nos últimos anos e infelizmente não há perspectivas de melhora.
  5. A rede de saúde particular funciona aparentemente bem, mas se você for vítima em uma emergência de vida ou morte e não tiver como pagar na hora, você está condenado. As consultas e exames são caros. Os planos de saúde também pagam muito mal os profissionais, o que compromete a qualidade dos atendimentos. Esses são exemplos práticos que presenciamos nos últimos anos.
  6. No setor alimentício, os preços flutuam de acordo com a “vontade” dos supermercados (empresas multinacionais) que já dominam todo o Brasil.
  7. O transporte público geralmente é terceirizado por uma empresa privada ou mista que apresenta todos os problemas já mencionados referentes ao lucro.
    Para fugir do transporte público muitos compram seus próprios veículos, aumentando, cada vez mais, problemas como trânsito sobrecarregado, motoristas incompetentes, poluição e riscos de acidentes.
    Obs.: Nos transportes particulares existe mais uma ilusão de propriedade, pois se o veículo não estiver em dia com o IPVA pago, o mesmo é apreendido.
  8. As vias de transporte revelam, na prática, várias irregularidades. Nas rodovias, as concessionárias cobram pedágios abusivos, já que seus contratos geralmente são para a manutenção da via. E ainda o governo destina verbas ou subsídios para a concessionária, que usa esse recurso na manutenção e em outras alterações como viadutos, pontes ou duplicações. A malha ferroviária tem vários pontos inseguros para os moradores das cidades onde passa. Ou seja, não há investimentos significativos do setor privado em melhorias tecnológicas e segurança. O objetivo principal, mais uma vez, é o lucro.

Muitos habitantes vivem insatisfeitos, a criminalidade inerente a esses aspectos é alta. O cenário se agrava se a empresa privada for uma multinacional e estiver passando por crises financeiras em outros países. O que acontece é que a regional brasileira, além de aumentar suas tarifas em seus produtos e serviços, tem anulada qualquer possibilidade de investimento local, pois o lucro obtido é enviado para outros países para resistir às crises. Outra questão é que em caso de guerra com outro país, de onde a empresa multinacional é a matriz, esses produtos e serviços podem ser cortados. E nem é preciso pensar muito como seria se os supermercados, as comunicações, centrais de energia, redes de água e esgoto, transportes e saúde parassem de funcionar de repente. Com produtos e serviços cada vez mais restritos, a tendência é piorar o convívio social.

Como surge a “necessidade” de se privatizar?

PrivatizacaoEssa falsa necessidade aparece de um favor ou de um acordo feito entre político e grande empresa e mostra-se de duas formas:

  • Os políticos, quando no poder, recebem propostas de profissionais contratados pelas empresas, os tais lobistas. Nessas propostas são oferecidos muito dinheiro, cargos importantes ou favores.
  • Os políticos, ainda candidatos, têm suas campanhas financiadas pelas grandes empresas interessadas na privatização de algum setor público.

Mas afinal, o que as empresas ganham comprando (corrompendo) políticos?

  1. Os políticos apresentam leis, que beneficiam a empresa – seu real empregador – e conseguem suas aprovações.
  2. Os políticos criam licitações “direcionadas” de obras, produtos ou serviços, que além de beneficiar a empresa com o contrato, os valores são superfaturados e é o contribuinte que paga a conta.
  3. Os políticos abandonam investimentos em certas áreas para que o povo pense que a melhor alternativa é privatizar. Já que o governo “não dá conta”, a área é privatizada.

A verdade é que os políticos trabalham para as grandes empresas – simples, multinacionais ou bancos – e não para o povo e é assim desde sempre. Esse é o sistema político-financeiro.

Conclusão

Apresentei a visão que tenho do cenário público – que funciona sem corrupção – e do privado – que já vemos na prática, além de mapear abstratamente o problema da corrupção.

O que é preferível? Combater a corrupção, com métodos como a política direta, ou jogar áreas importantes e essenciais nas mãos de empresas privadas (geralmente multinacionais ou bancos) que têm como prioridade máxima o lucro?

Você é alienado?

“O homem alienado é o homem desprovido de si mesmo. Se a história distancia o homem do animal, a alienação re-animaliza o homem.” – Wanderley Codo, em O Que é Alienação.

Alienação é quando uma pessoa perde a sua capacidade de pensar e transfere todas as responsabilidades da coletividade a terceiros, tornando-se indiferente política, social, cultural, moral ou intelectualmente. A pessoa anula a si mesmo e a tendência é se tornar escrava do sistema social em que vive.

Uma pessoa torna-se alienada, quando ela dá mais atenção a conteúdos inúteis e ou acredita em informações que lhe são passadas, sem questioná-las, tornando-se, desta forma, preguiçosa para pensar, conformada e condenando, não só sua própria vida, como também, a vida das outras pessoas do seu meio social.

Pessoa nulaUm dos principais agentes alienantes da massa é a mídia (emissoras de comunicação, que administram jornais, revistas, emissoras de rádio, TV e portais de internet) que:

  1. Com seu falso jornalismo, não informa e não investiga, ignorando informações importantes para a sociedade e só divulgando informações pré-estabelecidas e parciais.
  2. Faz as pessoas se sentirem idiotas por não terem votado em um candidato “político perfeito”, como se realmente existisse alguém assim ou como se as eleições e a política representativa funcionassem de fato.
  3. Está sempre afirmando que vivemos em uma democracia, mesmo os políticos não nos representando e o voto sendo obrigatório assim como o serviço militar.
  4. Manipulam informações e transformam heróis em vilões e vilões em heróis. As manifestações sociais públicas, por interromperem o funcionamento da cidade, geralmente seus integrantes são apresentados como vilões.
  5. Incentiva individualismo e o consumismo desenfreado, principalmente de carros e põe a culpa do trânsito caótico nas pessoas, mesmo existindo tecnologia de carros autônomos que reduziriam o tráfego e levariam à taxa de acidentes a zero.
  6. Desvia a atenção das pessoas com BBBs, novelas, reality-shows, futebol, carnaval, notícias sensacionalistas e amedrontadoras enquanto cada político, igualmente como a própria mídia, faz seus trabalhos sendo empregado exclusivo de bancos e grandes corporações.
  7. Não informa sobre as altas tecnologias que poderiam libertar a humanidade do dinheiro, da competição, das doenças, da maioria dos crimes e da escravidão de trabalhos repetitivos, pois as grandes corporações compram essas tecnologias e as engavetam para manter seus lucros e dominação.
  8. Desmoraliza o comunismo, socialismo e a anarquia, exaltando dessa forma o regime capitalista que realmente significa monopólio no mais puro conceito da palavra.
  9. Apresenta motivos mentirosos para justificar guerras que nada mais são do que saques em países petrolíferos, reaquecendo o capitalismo através de indústrias armamentistas e de reconstrução.
  10. Conseguiu impor o materialismo na maior parte do mundo, invertendo os valores de forma que as coisas valem mais do que as pessoas.
  11. É o braço direito da elite rica e dominadora.
  12. Dita praticamente tudo: padrões de beleza, moda, modo de vida, cultura, tendências, ideias e conceitos.

Outro agente alienante é a religião que:

  1. Conforta, conforma e vicia as pessoas como se fosse uma droga, fazendo-as ignorar os problemas sociais e prometendo vida feliz e justa, somente após a morte, caso ajam de acordo com suas doutrinas.
  2. Raramente seguem as premissas cristãs de ajudar o próximo, pois se perdem em seus templos, rituais e dízimos.
  3. Funde seus ideais à política representativa, lançando seus candidatos e contribuindo para tudo ficar como está, sem mudanças.
  4. Angaria fiéis usando a mídia com seus métodos alienantes.

A educação convencional também é um agente alienante, pois ela:

  1. Molda e padroniza crianças, formando, assim, indivíduos preconceituosos com relação a tudo que saia do padrão estabelecido pelo sistema social. Tornam-se incapazes de pensar diferente.

Mas afinal, por que governos, mídias e religiões querem que você seja uma pessoa nula socialmente?

Simples, você é um escravo da elite dominante e ela suborna governos, mídias, religiões e faz tudo que for possível para continuar assim. A elite não quer perder, de forma alguma, seu poder e luxos garantidos pela exploração do seu sofrimento através do sistema financeiro. A elite te controla, porque você consente.

Estima-se que essa elite representa, no máximo, 1% da população mundial e inclui oligarcas do petróleo, banqueiros, políticos, megaempresários, magnatas da comunicação, bispos, latifundiários e outros poderosos.

Soluções

  1. Desligue a TV.
  2. Questione a veracidade das informações que lhe foram passadas. Geralmente quem é retratado como vilão pela mídia convencional há grandes chances de ser o herói. Pense por você e tire suas próprias conclusões.
  3. Informe-se e informe através de meios alternativos como redes sociais, blogs e mídias independentes.
  4. Rejeite totalmente o sistema político. A ilusão da democracia é um insulto à nossa inteligência. Em um sistema financeiro não existe e nunca existiu democracia verdadeira.
  5. Não seja consumista. Pare de comprar porcarias de que você não precisa. O sentimento de que tendo uma coisa te fará mais feliz é falso e é resultado da mídia manipuladora. Você não vai morrer se fizer isso.
  6. Substitua a competição pela cooperação. Temos que pensar no coletivo e deixar o individual de lado. Precisamos de coesão social para criar uma política participativa.
  7. Ignore palavras limitadoras como tradição, conformismo, comodismo, conservadorismo e utopia. Se os grandes cientistas e inventores da nossa história as levassem em consideração, ainda estaríamos vivendo em árvores.

Greve de Eleitores

greve2 É esperada uma enorme adesão para as próximas eleições, pois todo esse sistema eleitoral é e sempre foi um insulto aos inteligentes. Veja por que:

Como será a greve?

Através de abstenção ou justificativa.

Por que aderir a greve?

NÃO HÁ COMO EXISTIR PARTIDO HONESTO

Quem financia partidos são empresas e bancos que ganham bilhões com a corrupção. Esses não se interessam por candidatos que não desviam nada para eles.

NÃO HÁ COMO EXISTIR CANDIDATO HONESTO

Todo candidato, antes de entrar, deve ser aceito pelo partido. Partidos jamais aceitam alguém honesto ou esperto demais para mudar o Brasil.

NOSSO SISTEMA ELEITORAL NÃO FUNCIONA

Eleições são concursos de popularidade e não de competência. Ganha quem ri mais e aparece mais.

NÃO EXISTE REVOLUÇÃO PELA URNA ELETRÔNICA

Foram levantados inúmeros casos de fraudes, não só nas urnas como também no processo eleitoral.

NÃO EXISTE VOTO CONSCIENTE

Se o voto mudasse algo, ele seria proibido. Prova disso é ele ser obrigatório e tudo continuar igual, mesmo alternando partidos e políticos.

NÃO EXISTE DEMOCRACIA COM O VOTO OBRIGATÓRIO

Em uma democracia verdadeira, cada cidadão tem o direito de participar ou de se abster por qualquer motivo que lhe seja conveniente.

Qual é o objetivo da greve?

Uma reforma política real com democracia verdadeira SEM PARTIDOS.

Política participativa – cada vez mais perto da verdadeira democracia

Democracia-DiretaObjetivando a democracia – poder concedido ao cidadão para tomar importantes decisões políticas – a política representativa surgiu pelo motivo de não poder reunir todo o povo em um só lugar e muito menos poder ouvir cada pessoa em meio a essa multidão. Imagino, também, que essa reunião tomaria muito tempo das pessoas. Foi então que grupos de pessoas começaram a escolher representantes para decidir questões comuns a todos. Porém, alguns tinham mais que outros e assim, a corrupção adaptou-se ao novo modelo político, conforme já descrito em “Política representativa – você sempre foi enganado (a)”.

Não vamos pensar em uma solução para este caso, pois o passado já se foi. Portanto, nesses moldes podemos considerar inviável a política participativa para aquela época.

Hoje temos a internet para usarmos como ferramenta de comunicação participativa em massa.

Imagine que uma pessoa pense e apresente uma solução para um determinado problema. Se a proposta for interessante, outras pessoas irão comentar, concordar e compartilhar com outras pessoas, que farão o mesmo. Independente do tempo transcorrido, com o apoio de mais de 50% das pessoas, do total cadastrado de modo facultativo, essa solução então é aprovada e posta em prática. As pessoas e suas participações não são secretas e ficam registradas para quem quiser consultar. Simples assim!

A proposta é substituir os deputados e vereadores do poder legislativo pelo povo numa democracia direta.

Assista um vídeo muito esclarecedor a respeito do tema:

Se o vídeo não abrir clique aqui: Democracia Direta com Ton Martins

Tivemos uma ideia disso com a lei da “Ficha limpa”. Por iniciativa popular, mais de 1.3 milhões de pessoas assinaram a favor desse projeto de lei para ser aprovado pelo congresso. Resultado: em 2009 com muita pressão popular, fomos vitoriosos.

Temos outras iniciativas populares em andamento. Se concorda, assine e ajude a espalhar:

É desta forma que mudaremos o sistema gradativamente.

Outro exemplo que temos, apesar da mídia convencional tentar ocultar, é o que está acontecendo na Islândia desde o começo da crise econômica de 2008. Rejeitando as medidas de austeridade impostas pela União Européia e FMI, em 2009 o povo islandês se uniu, condenou os políticos e banqueiros envolvidos na crise e empregou a política participativa direta, com o auxílio da internet, para encontrar uma solução. Desde então, estão se saindo muito bem.

Para saber mais sobre esse caso da Islândia leia: