Sistema econômico – Você conhece essa doença?

Pirâmide - Sistema Econômico

Que nossa sociedade está doente não é novidade alguma, o problema é que estamos combatendo os sintomas e não as causas da doença, por pura ignorância.

Você já ouviu falar sobre o esquema pirâmide ou corrente?

E em marketing multinível, esquema Ponzi ou marketing de rede?

Pois bem, nesse tipo de golpe comercial, pessoas são recrutadas progressivamente para entrar na base da pirâmide sustentando financeiramente as pessoas que estão acima, o que consequentemente faz a pirâmide crescer até um ponto em que se torna insustentável. Porém, no período de tempo entre o início da pirâmide e de sua autodestruição, a pessoa que está no topo enriquece consideravelmente, sustentada pelas pessoas dos níveis abaixo que acabam empobrecendo.

No Brasil e em outros países, a prática do esquema de pirâmide é ilegal, a não ser que envolva produtos ou serviços. Certamente é assim, pois a própria economia seria ilegal, já que se enquadra no esquema de pirâmide.

Uma breve história

Em nossa sociedade, o comércio começou com trocas de produtos ou serviços, e mais tarde, estes foram sendo representados por pedras e metais raros, como diamantes, ouro, prata, bronze etc.

Com o passar do tempo, algumas pessoas criaram bancos com o objetivo de guardar as riquezas de outras, lucrando com a cobrança de taxas por esse serviço.

O povo começou a negociar usando os recibos de depósito desses bancos, o que deu origem ao dinheiro de papel, tendo o seu lastro em ouro.

Os banqueiros rapidamente acumularam muito dinheiro de seus depositários, o que despertou ainda mais suas ganâncias. Agora eles podiam emprestar o que não lhes pertencia e ganhar mais cobrando juros, além das taxas.

Os gananciosos foram ainda mais longe, aumentaram suas posses investindo o dinheiro alheio em petróleo, fábricas com obsolescência programada, estagnação tecnológica, multinacionais, terras, guerras, crises e tudo que poderia gerar lucros astronômicos e contínuos, monopolizando e tomando conta de tudo.

O império banqueiro continuou crescendo, mas como todo esquema de pirâmide é insustentável, a economia começou a desmoronar com a Primeira Guerra Mundial, então os bancos abandonaram o padrão-ouro e começaram a imprimir dinheiro sem lastro algum, apenas baseado em dívidas. Porém, todo o ouro do país ficou guardado em seus cofres.

Com tanto poder, governos foram comprados secretamente e os bancos se transformaram em mega bancos ou bancos centrais, que passaram a ter o poder de comandar a economia de uma nação.

A elite banqueira coloca poder, luxo e riqueza acima de qualquer coisa. São poucas as famílias que fazem parte desse império, mas são as responsáveis pelas mortes ou sofrimento de bilhões de pessoas e pela destruição do nosso meio ambiente, através de suas indústrias do “progresso”.

Coincidentemente, a nota de um dólar possui uma imagem de pirâmide, que paralelamente à definição oficial, parece exaltar o topo e quem nele está.

Nível 1 – O topo

Composto por menos de 1% da população mundial, o topo é formado pelos que mandam realmente. São os donos do mundo, faraós criadores da pirâmide:

  1. Banqueiros – donos de bancos centrais, que “regulam” a economia de um país ou vários, e bancos menores, que ganham com dívidas ou taxas de produtos ou serviços;
  2. Oligarcas do petróleo – donos de empresas que extraem, refinam e distribuem petróleo e seus derivados;
  3. Donos de multinacionais – como empresas de comunicação, energia, tratamento de água, carnes, sementes transgênicas, agrotóxicos, remédios, mineração, veículos etc.

Nível 2 – Administradores regionais

O nível 2 é formada por verdadeiros fantoches do nível 1, pois quem não adere à pirâmide, é perseguido pela máfia do nível 1:

  1. Governos, presidentes, reis, rainhas, ditadores e líderes políticos – que fazem as leis ou ditaduras exclusivas para sustentar o topo. Em benefício, ganham riquezas e luxos irrisórios, se comparados com as pessoas que integram o topo;
  2. Mídia – donos de emissoras de TV, rádio, jornais impressos ou internet. Geralmente a maioria deles pertence a uma só pessoa ou grupo. Isso lhe proporciona poder para alienar uma nação e derrubar governos, quesito que o coloca no nível 2 e 3.

Nível 3 – Agentes alienantes

O nível 3 é responsável por distrair o povo do objetivo comum, aniquilando o raciocínio e o potencial crítico de cada um:

  1. Mídia – Idem ao item 2 do nível 2 – Administradores regionais. Desinforma com notícias irrelevantes, parciais ou amedrontadoras. Entretêm o povo com transmissão de esportes, como o futebol, com reality shows, como BBB, com novelas, programas de auditório etc.;
  2. Religião – papas, padres, bispos, missionários, pastores, rabinos e outros líderes religiosos. Grande maioria, dentre as milhares de religiões, destrói o raciocínio lógico de seus fiéis. Se auto intitulam donos da verdade absoluta e amedrontam as pessoas com punições divinas baseadas em textos mitológicos. Algumas extorquem dinheiro de seus fiéis, usando técnicas avançadas de persuasão. O passado da religião está imerso em guerras pela dominação, em nome de seus deuses;
  3. Educação – escolas, colégios, faculdades e universidades. Imposta pelos governos, o principal objetivo da educação é moldar o senso crítico, criatividade e desenvolvimento individual. Segue uma metodologia parecida com a linha de produção de uma fábrica. Padroniza as pessoas desde crianças até se tornarem adultas. Esse é o motivo pelo qual existem preconceitos e discriminações. A mídia também contribui, com sua programação, nesse aspecto.

E você? É um alienado?

Nível 4 – Povo

O nível 4 é a base da pirâmide. Nela estão os escravos que mantém a pirâmide erguida. Escravos, porque são obrigados a fazer o que não gostam para sobreviver na sociedade fiel ao sistema econômico. A base é composta por uma mescla de:

  1. Autoridades – forças armadas (exército, aeronáutica, marinha e polícias). Eles usam a força para executar ordens dadas por líderes políticos. O objetivo é proteger a pirâmide de rebeliões ou de “crimes” contra ela. A segurança da nação ou das pessoas é somente fachada para tentar manter a ordem em um sistema caótico.
  2. Trabalhadores – pessoas que mantêm toda a pirâmide com trabalhos fundamentais ou repetitivos. A pirâmide os obriga a trabalhar em trabalhos que não gostam, pois caso contrário, não teriam acesso à alimentação, água, moradia e todos os bens comuns e necessários à sobrevivência.
  3. Alienados – pessoas desprovidas de pensar. São pessoas que se confortam na frente de seus aparelhos de TVs ou em igrejas e, consequentemente, são guiadas por eles.
    São, também, pessoas que adquirem a falsa necessidade de comprar, de consumir além do normal, para se sentirem melhores que seus vizinhos. São hipnotizadas pela TV, por novelas, esportes, reality shows, programas de auditório, notícias sensacionalistas ou aterrorizadoras e toda programação lixo que tenha o potencial de afastá-los de um objetivo em comum: a nossa sociedade. São também resultados de uma educação padronizadora.
  4. Preconceituosos – são pessoas que aprendem na escola, TV ou igrejas a distinguir  e discriminar outras pessoas por suas aparências, preferências ou ideias. Enquanto brigam por direitos, denominando-se minorias, falta-lhes coesão para conseguir conquistar os direitos humanos para todos através de uma democracia direta.
  5. Conscientes – pessoas que, mesmo com todas as dificuldades, conseguiram desenvolver um senso crítico e aprenderam a não acreditar em qualquer coisa. Esse tipo de pessoa era raro, porém, a cada dia, mais e mais despertam do transe imposto pela pirâmide e ajudam a acordar seus familiares e amigos. Se você leu até aqui, certamente já faz parte desse grupo, pois está buscando mais informações, por não aceitar as incoerentes que são replicadas pelos agentes alienantes.

Diagnóstico

Como pudemos notar, fica evidente o porquê dos regimes não funcionarem. Não importa se é comunismo, socialismo ou capitalismo: se é baseado no dinheiro, há corrupção. Esta é a doença que se alastrou na nossa sociedade, através do dinheiro e de seu controle.

A cura

Para acabar com a doença do sistema econômico e derrubar essa pirâmide, temos que encontrar alternativas para suprir nossas necessidades comuns. Sermos independentes. Tornar cada residência autossuficiente e autossustentável com energia, água, alimentos e comunicação, assim como aconteceu em Guerra dos Cocos. Tecnologia para tudo isso existe há mais de um século e é escondida, através de patentes, pelo topo da pirâmide.

Está surgindo uma nova consciência que vê a terra como um só organismo, e que reconhece que um organismo em guerra, consigo mesmo, está condenado. – Carl Sagan

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Privatização é a melhor saída?

Imagine-se vivendo em uma cidade onde todo o dinheiro pago em tributos é investido na solução de problemas e necessidades que todos temos em comum. Uma cidade construída com materiais da mais alta tecnologia e durabilidade, visando extrema eficiência no seu funcionamento, para que não percamos tempo e dinheiro com posteriores manutenções ou trocas. Portanto:

  1. Todas as casas seriam planejadas e construídas gratuitamente. Essas casas gerariam sua própria energia, através de painéis solares nos telhados e janelas; o excedente iria para a linha de energia pública. Possuiriam, também, um sistema de captação de água da chuva, sendo o excedente devolvido ao solo ou a reservatórios.
  2. A cidade contaria com um gerador de energia de última geração ou ainda com uma tecnologia a ser desenvolvida no futuro, oferecendo energia gratuita a todos.
  3. A rede de água e esgoto seria bem planejada e atenderia a todas as moradias gratuitamente.
  4. As redes de comunicação, como internet, telefone e TVs por assinatura seriam gratuitas e todos teriam acesso a elas.
  5. A rede de saúde também seria impecável e gratuita, com um centro de pesquisas e desenvolvimento para o combate de doenças e tratamentos em geral.
  6. Todas as pessoas teriam acesso gratuito a alimentos comuns à necessidade e saúde de todos, seguindo recomendações baseados em estudos de profissionais da área, pois com altos investimentos, há anos, na tecnologia de alimentos, os processos e automatizações seriam melhorados até tornarem-se autônomos.
  7. Os transportes, necessidade comum a todos, seriam gratuitos, seguros e não poluentes. Isto tornaria desvantajoso cada pessoa ter seu próprio veículo, acabando, consequentemente, com o trânsito sobrecarregado, acidentes, custos e manutenções correspondentes.
  8. As vias de transporte seriam construídas corretamente, objetivando durabilidade, eficiência e segurança.

Com todos os habitantes satisfeitos, a criminalidade cairia acentuadamente, pois todas as necessidades básicas seriam sanadas. Fome, sede, stress, ansiedade e doenças seriam quase que totalmente erradicados nesse modelo. Com acesso livre a produtos e serviços essenciais, a tendência é melhorar o convívio social.

Utopia?

Se realmente não existisse a corrupção nos governos, ou seja, se realmente os políticos representassem seus eleitores, trabalhassem para eles e não para as grandes empresas, gradativamente os custos dos produtos e serviços públicos finais tenderiam a zero. E não só chegaríamos a esse cenário, como também iríamos infinitamente além, pois é o objetivo de todo o contribuinte melhorar cada vez mais a sua vida e a de sua família. Esse é o modelo público em funcionamento sem corrupção. Para mais informações leia Democracia Direta.

Mesmo assim você acha utopia o setor público funcionar sem privatizar? Temos como exemplo a Receita Federal e o setor Eleitoral, que funcionam muito bem. Esses setores estão muito mais avançados do que os outros, pois seus resultados são de grande interesse dos políticos e não do povo.

Cenário privatizado

Agora que você pôde imaginar um cenário público, funcionando sem corrupção, vamos compará-lo com o que temos hoje:

  1. As casas são construídas conforme o poder aquisitivo de cada proprietário. Consequentemente muitos não conseguem moradia e os que conseguem têm suas casas construídas com métodos e materiais inseguros e duvidosos.
    Obs.: o conceito difundido sobre a propriedade de um imóvel que as pessoas têm é, na verdade, uma ilusão, já que se o IPTU não for pago, o município pode tomá-lo, ou seja, ninguém é realmente dono de seu imóvel, paga-se apenas um “aluguel” anual por ele.
  2. A cidade contrata uma empresa privada ou mista para fornecer energia às moradias, mas esta não investe, corta custos e aumenta tarifas, pois seu objetivo é lucrar e não investir. Se há algum investimento, ele tende a ser superficial e seus custos “coincidentemente” sempre aumentam na conta de cada morador com o passar do tempo.
  3. No tratamento de água e esgoto acontece o mesmo que no fornecimento de energia. Com o lucro sendo o objetivo principal, a falta de investimentos faz com que as redes de tratamento tendam a piorar, com produtos químicos mais baratos e mais destrutíveis somados à tendência do aumento populacional na referida cidade.
  4. Nas redes de comunicação, a situação é semelhante: a empresa privada faz investimentos superficiais, pois objetiva o lucro. Não é à toa que esse segmento é líder em reclamações de clientes nos últimos anos e infelizmente não há perspectivas de melhora.
  5. A rede de saúde particular funciona aparentemente bem, mas se você for vítima em uma emergência de vida ou morte e não tiver como pagar na hora, você está condenado. As consultas e exames são caros. Os planos de saúde também pagam muito mal os profissionais, o que compromete a qualidade dos atendimentos. Esses são exemplos práticos que presenciamos nos últimos anos.
  6. No setor alimentício, os preços flutuam de acordo com a “vontade” dos supermercados (empresas multinacionais) que já dominam todo o Brasil.
  7. O transporte público geralmente é terceirizado por uma empresa privada ou mista que apresenta todos os problemas já mencionados referentes ao lucro.
    Para fugir do transporte público muitos compram seus próprios veículos, aumentando, cada vez mais, problemas como trânsito sobrecarregado, motoristas incompetentes, poluição e riscos de acidentes.
    Obs.: Nos transportes particulares existe mais uma ilusão de propriedade, pois se o veículo não estiver em dia com o IPVA pago, o mesmo é apreendido.
  8. As vias de transporte revelam, na prática, várias irregularidades. Nas rodovias, as concessionárias cobram pedágios abusivos, já que seus contratos geralmente são para a manutenção da via. E ainda o governo destina verbas ou subsídios para a concessionária, que usa esse recurso na manutenção e em outras alterações como viadutos, pontes ou duplicações. A malha ferroviária tem vários pontos inseguros para os moradores das cidades onde passa. Ou seja, não há investimentos significativos do setor privado em melhorias tecnológicas e segurança. O objetivo principal, mais uma vez, é o lucro.

Muitos habitantes vivem insatisfeitos, a criminalidade inerente a esses aspectos é alta. O cenário se agrava se a empresa privada for uma multinacional e estiver passando por crises financeiras em outros países. O que acontece é que a regional brasileira, além de aumentar suas tarifas em seus produtos e serviços, tem anulada qualquer possibilidade de investimento local, pois o lucro obtido é enviado para outros países para resistir às crises. Outra questão é que em caso de guerra com outro país, de onde a empresa multinacional é a matriz, esses produtos e serviços podem ser cortados. E nem é preciso pensar muito como seria se os supermercados, as comunicações, centrais de energia, redes de água e esgoto, transportes e saúde parassem de funcionar de repente. Com produtos e serviços cada vez mais restritos, a tendência é piorar o convívio social.

Como surge a “necessidade” de se privatizar?

PrivatizacaoEssa falsa necessidade aparece de um favor ou de um acordo feito entre político e grande empresa e mostra-se de duas formas:

  • Os políticos, quando no poder, recebem propostas de profissionais contratados pelas empresas, os tais lobistas. Nessas propostas são oferecidos muito dinheiro, cargos importantes ou favores.
  • Os políticos, ainda candidatos, têm suas campanhas financiadas pelas grandes empresas interessadas na privatização de algum setor público.

Mas afinal, o que as empresas ganham comprando (corrompendo) políticos?

  1. Os políticos apresentam leis, que beneficiam a empresa – seu real empregador – e conseguem suas aprovações.
  2. Os políticos criam licitações “direcionadas” de obras, produtos ou serviços, que além de beneficiar a empresa com o contrato, os valores são superfaturados e é o contribuinte que paga a conta.
  3. Os políticos abandonam investimentos em certas áreas para que o povo pense que a melhor alternativa é privatizar. Já que o governo “não dá conta”, a área é privatizada.

A verdade é que os políticos trabalham para as grandes empresas – simples, multinacionais ou bancos – e não para o povo e é assim desde sempre. Esse é o sistema político-financeiro.

Conclusão

Apresentei a visão que tenho do cenário público – que funciona sem corrupção – e do privado – que já vemos na prática, além de mapear abstratamente o problema da corrupção.

O que é preferível? Combater a corrupção, com métodos como a política direta, ou jogar áreas importantes e essenciais nas mãos de empresas privadas (geralmente multinacionais ou bancos) que têm como prioridade máxima o lucro?

Política representativa – você sempre foi enganado (a)

É na época de eleições que, como sempre, entra em cartaz a mais bem e elaborada peça teatral com o objetivo de prender a atenção e influenciar seu público de participantes, você, o eleitor.

Há debates televisivos, propostas e promessas mentirosas, falsas oposições, a maioria dos partidos fazendo coligações ou alianças e seus líderes selando seus acordos com apertos de mão e abraços, aberta ou secretamente.

A mídia divulga frases como “você tem que escolher o menos pior”, “escolha bem para os próximos 4 anos”, “não anule senão você está jogando o seu voto no lixo” e outras do gênero.

Com tanto bombardeio manipulador, até você, que é um eleitor mais consciente, é finalmente convencido que o fulano de tal é o político honesto da vez.

Resultado da eleição, seu candidato venceu. Ele nem bem assumiu seu cargo e já anuncia outros candidatos, que eram seus oponentes nessa mesma eleição, a ocupar cargos importantes para te governar. Bem aqueles candidatos que você não queria no governo, um dos motivos porque escolheu votar no fulano, seu concorrente.

E no fim, você, eleitor mais esperto concluiu que só perdeu tempo deixando-se levar por essa euforia que prometia, mais uma vez, um “político honesto” que não há como haver, simplesmente por dois fortes motivos:

  • Cada brasileiro paga mais de 40% de tributos. Grande parte desse dinheiro é desviada, pelos políticos, para: pagar a mídia geral para disseminar conteúdo irrelevante ou parcial para alienar, e propagandas a favor de seu governo; obras superfaturadas em que apadrinhados desse governo “ganham” licitações e saem com lucros exorbitantes; aumento de seus próprios salários; benefícios extras como 13ºs 14ºs e 15ºs salários, auxílios moradia, vestuário, alimentação, transporte, viagem e sabe lá mais o quê.
  • A maioria dos políticos é comprada, com enormes quantidades de dinheiro, por grandes corporações e bancos para aprovarem leis e privatizações que os favoreçam.

politicosOu seja, o político representa somente a si mesmo e as grandes corporações e bancos. E, você, com seu voto, tornou-se cúmplice disso. Políticos jamais representam ou representarão o povo. Se um político for honesto, ou desiste ou é assassinado pela máfia do poder. Manter-se inerte é tornar-se cúmplice. Tem sido assim sempre, antes e principalmente depois do surgimento da política representativa.

O objetivo democrático que todos esperam dos políticos é representação, é procurar, criar e propor soluções para os problemas do povo e não perpetuá-los.

Serviços de energia, água, comunicação, alimentação, moradia e transporte deveriam tender, com o passar do tempo, ao custo zero para cada contribuinte. Porém os políticos desviam quase todo o nosso dinheiro com a corrupção e alegando falta de verbas, privatizam esses serviços.

Solução: Ignorar esse sistema atual para ir se destruindo ao poucos. Participar mais criando e apoiando iniciativas populares. Para saber mais leia “Greve de Eleitores” e “Política participativa – cada vez mais perto da verdadeira democracia”.

“O que me preocupa não é o grito dos maus. É o silêncio dos bons.””- Martin Luther King

Voto Nulo

“Se voto mudasse algo certamente seria proibido!”

Voto obrigatório é ditadura e não democracia. Se você não vota, sofre retaliações, como multa de R$ 3,50 por cada pleito, que se não for paga, você não pode fazer seu passaporte, inscrever-se em concursos públicos, receber salários de função ou emprego público. Para saber mais, leia TSE – Eleitor Faltoso.

Abstenção, justificativa ou voto NULO são as melhores opções que temos agora, apesar de haver fraudes nas urnas eletrônicas:

Abstenção, justificativa ou voto NULO é não querer fazer parte de um sistema político que vem desde a época da Grécia e Roma antigas e que nunca deu e nunca dará certo para o povo!

Está mais que comprovado que não dá certo!

Temos que acabar com essa POLÍTICA REPRESENTATIVA, pois os políticos não nos repre$entam. Os projetos de leis são feitos indiretamente por grandes corporações e bancos que pagam grandes quantidades de dinheiro para a maioria dos políticos aprovarem. Por isso não adianta ficar trocando os políticos, pois no mundo do poder e do dinheiro, pessoas podem ser compradas ou assassinadas.

Solução: POLÍTICA PARTICIPATIVA

Como em um condomínio, somente os interessados criam, analisam e votam abertamente em projetos pela internet.

Um exemplo de sucesso é o “Ficha Limpa”, conseguido por iniciativa popular.

Existem outras iniciativas esperando pela sua participação, é só entrar e assinar, caso concorde:

Você mesmo pode criar sua própria campanha e angariar assinaturas.

Portanto, não voto. Se tiver que votar, anulo.

Essa é a minha atitude contra esse velho e ultrapassado sistema injusto!

Não consigo entender como têm pessoas que ainda acreditam nesse sistema, mesmo se arrependendo toda vez que vota! São verdadeiros fantoches do sistema OU estão envolvidos diretamente nessa politicagem, tirando vantagem de alguma forma em cima do povo!